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Aulas online
Formação em meio virtual com materiais digitais para estudo autônomo
Duração de 18 meses
Percurso acadêmico organizado para integrar temas centrais do estudo
Início do curso
As aulas começam a partir de novembro de 2026
Módulos do curso
O curso está dividido em 2 períodos
O sistema de precedentes no direito brasileiro. Formação, aplicação e superação dos precedentes qualificados no Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça e no Tribunal Superior do Trabalho.
Estudo integrado dos princípios constitucionais que estruturam o Direito Penal, o Processo Penal e a Execução Penal, compreendidos como instrumentos de limitação do poder punitivo estatal e de proteção dos direitos fundamentais no Estado Democrático de Direito. Análise da constitucionalização do sistema penal e de sua conformação pelos princípios da dignidade da pessoa humana, do devido processo legal, da proporcionalidade, da razoabilidade, da igualdade e da vedação ao excesso e à proteção insuficiente. Exame dos princípios constitucionais penais, como legalidade, anterioridade, retroatividade da lei penal mais benéfica, culpabilidade, responsabilidade pessoal, humanidade, individualização da pena, intervenção mínima (subsidiariedade, fragmentariedade e ofensividade), proporcionalidade, dentre outros. Estudo dos princípios constitucionais processuais penais, incluindo contraditório, ampla defesa, plenitude de defesa, presunção de inocência, juiz natural, imparcialidade judicial, publicidade, vedação das provas ilícitas e do duplo processo pelo mesmo fato, dentre outros. Análise dos princípios constitucionais da execução penal, com enfoque na dignidade da pessoa privada de liberdade, legalidade executória, individualização da execução da pena, dentre outros. Análise crítica das tensões entre eficiência da persecução penal, segurança pública e garantias fundamentais. Enfoque dos julgados do STF e STJ.
Estudo da teoria do crime sob a perspectiva da Constituição Federal, dos direitos fundamentais e do Estado Democrático de Direito, compreendendo a dogmática penal como instrumento de limitação, racionalização e legitimação do poder punitivo estatal. Evolução histórica da teoria do delito e sua constitucionalização. O bem jurídico como fundamento material da criminalização e limite da intervenção penal. Estrutura analítica do crime e seus pressupostos constitucionais. Tipicidade formal e material, tipo penal, elementos objetivos, normativos e subjetivos, normas penais em branco e interpretação constitucional do tipo. Conduta, ação e omissão, posição de garantidor, resultado, nexo de causalidade e imputação objetiva. Omissão penalmente relevante e crimes omissivos próprios e impróprios. Erro de tipo e seus efeitos sobre a tipicidade. Tipicidade material, tipicidade conglobante, adequação social, ofensividade, lesividade, insignificância e excludentes legais e supralegais da tipicidade. Dolo, culpa, preterdolo e proibição da responsabilidade penal objetiva. Crime consumado e tentado, iter criminis, desistência voluntária, arrependimento eficaz, arrependimento posterior e crime impossível. Análise crítica das principais construções dogmáticas contemporâneas, da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, bem como das tendências da política criminal constitucional e do controle de convencionalidade da legislação penal.
Estudo da persecução penal contemporânea sob a perspectiva constitucional, compreendendo a investigação criminal, a ação penal e a formação da responsabilidade penal como atividades estatais subordinadas aos direitos fundamentais, ao devido processo legal e às garantias do Estado Democrático de Direito. Evolução dos modelos de persecução penal e dos sistemas processuais penais. Investigação criminal policial, ministerial e defensiva. Juiz das garantias e controle jurisdicional da atividade investigatória. Inteligência policial, cooperação jurídica nacional e internacional e técnicas especiais de investigação. Produção e valoração da prova, com ênfase na tutela da privacidade, da intimidade, do sigilo das comunicações e da proteção de dados pessoais. Provas digitais, cadeia de custódia física e eletrônica, computação forense, preservação de evidências e ciberinvestigação. Reconhecimento de pessoas, reconhecimento facial, vigilância algorítmica e emprego de sistemas de inteligência artificial na investigação e na atividade jurisdicional. Interceptações telefônicas, telemáticas e ambientais, quebra de sigilos e demais medidas cautelares probatórias. Ação penal pública e privada. Formação da acusação, requisitos da denúncia e da queixa, justa causa e resposta à acusação. Instrução criminal presencial e por videoconferência, produção da prova oral, interrogatório e demais atos processuais. Sentença penal, fundamentação, valoração da prova e standards probatórios.
Estudo das causas de exclusão da ilicitude e da culpabilidade à luz da Constituição Federal, dos direitos fundamentais e do Estado Democrático de Direito, compreendendo as justificativas e as exculpantes como limites materiais ao exercício do poder punitivo estatal. Evolução dogmática da ilicitude e da culpabilidade e seus fundamentos constitucionais. Legalidade, legitimidade e controle de convencionalidade das causas de justificação. Estado de necessidade, legítima defesa, estrito cumprimento do dever legal, exercício regular de direito e causas supralegais de exclusão da ilicitude. Requisitos, limites e excessos. Culpabilidade como fundamento e limite da pena. Imputabilidade penal, potencial consciência da ilicitude e inexigibilidade de conduta diversa. Causas legais e supralegais de exclusão da culpabilidade, coação moral irresistível, obediência hierárquica, inexigibilidade de conduta diversa e demais exculpantes reconhecidas pela doutrina e pela jurisprudência. Reflexões contemporâneas sobre neurociência, autodeterminação, vulnerabilidade, responsabilidade penal e culpabilidade. Análise crítica das construções dogmáticas contemporâneas, da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com enfoque na interpretação constitucional das justificativas e exculpantes e em sua função de proteção dos direitos fundamentais.
Estudo do sistema cautelar penal sob a perspectiva da Constituição Federal, dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito, compreendendo a restrição cautelar da liberdade como medida excepcional, submetida aos princípios da legalidade, razoabilidade, proporcionalidade, necessidade, adequação e fundamentação judicial. Análise da tutela constitucional e convencional da liberdade pessoal e da presunção de inocência, em equilíbrio com a efetividade da persecução penal e a proteção da ordem pública. Evolução legislativa do sistema cautelar penal e das reformas do Código de Processo Penal. Prisão em flagrante, prisão temporária e prisão preventiva: pressupostos, requisitos, limites constitucionais e controle jurisdicional. Audiência de custódia, controle da legalidade da prisão e prevenção de tratamentos desumanos ou degradantes. Medidas cautelares diversas da prisão, critérios de aplicação, proporcionalidade e monitoramento. Liberdade provisória, fiança e demais mecanismos de tutela da liberdade durante a persecução penal. Prisões cautelares em contextos de criminalidade organizada, violência e macrocriminalidade. Jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Análise crítica da cultura do encarceramento provisório, do controle de convencionalidade e das tendências contemporâneas da política cautelar no processo penal.
Estudo das sanções penais e dos sistemas punitivos sob a perspectiva da Constituição Federal, dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito, compreendendo a pena como instrumento de controle social submetido aos princípios da dignidade da pessoa humana, da proporcionalidade, da individualização da pena, da humanidade das sanções e da vedação ao excesso. Evolução histórica dos modelos punitivos e das políticas criminais. Fundamentos filosóficos, criminológicos e político-criminais da pena. Teorias, funções e finalidades das sanções penais. Perspectivas filosóficas, sociológicas, criminológicas e psicanalíticas da punição. Pena de morte, prisão perpétua e limites constitucionais do poder sancionatório. Espécies de sanções penais: penas privativas de liberdade, restritivas de direitos, pena de multa, medidas de segurança e demais respostas penais contemporâneas. Individualização legislativa, judicial e executória da pena. Dosimetria penal, sistema trifásico, circunstâncias judiciais, agravantes, atenuantes, causas de aumento e de diminuição da pena, qualificadoras e privilégios. Regimes de cumprimento da pena, substituições, suspensão condicional, benefícios legais e mecanismos de desencarceramento. Análise crítica dos sistemas punitivos contemporâneos, do encarceramento em massa, da seletividade penal e da expansão do Direito Penal.
Estudo do Tribunal do Júri como garantia fundamental de participação popular na jurisdição criminal, compreendido como instituição constitucional destinada ao julgamento dos crimes dolosos contra a vida, em conformidade com os princípios do Estado Democrático de Direito, do devido processo legal e da plenitude de defesa. Fundamentos constitucionais do júri: plenitude de defesa, soberania dos veredictos, sigilo das votações, competência constitucional e participação popular na administração da justiça. Investigação policial especializada dos crimes dolosos contra a vida, abrangendo técnicas de investigação de homicídios, preservação e processamento do local do crime, cadeia de custódia, medicina legal, perícias criminais, reconstrução dos fatos, análise da prova técnico-científica, inteligência policial, entrevistas, interrogatórios e integração entre os órgãos de persecução penal. A fase de formação da culpa: investigação, instrução preliminar e decisões de pronúncia, impronúncia, absolvição sumária e desclassificação, com enfoque nos critérios probatórios, na admissibilidade da acusação e na fundamentação judicial. Organização da sessão plenária, seleção e imparcialidade dos jurados, quesitação e julgamento pelo Conselho de Sentença. Técnicas de litigância oral e estratégias de atuação da acusação e da defesa em plenário. Limites éticos, constitucionais e processuais da atuação das partes. Sentença do juiz-presidente, individualização da pena e recursos cabíveis.
Estudo da criminalidade digital e dos impactos da transformação tecnológica sobre o Direito Penal, o Processo Penal e a investigação criminal, à luz da Constituição Federal, dos direitos fundamentais e do Estado Democrático de Direito. Análise da tecnologia como instrumento de desenvolvimento social e econômico e, simultaneamente, como meio de execução, potencialização e ocultação de infrações penais. Aspectos dogmáticos, criminológicos, investigatórios e processuais da criminalidade praticada em ambientes digitais. Proteção de dados pessoais, privacidade, anonimato, liberdade de expressão e seus limites constitucionais. Estudo dos principais delitos cibernéticos previstos na legislação brasileira e em normas especiais, incluindo invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude eletrônica, estelionato eletrônico, fraudes em ativos virtuais e criptoativos, ransomware e extorsão cibernética, phishing, engenharia social, clonagem de aplicativos, crimes contra a honra praticados na Internet, perseguição cibernética (cyberstalking), intimidação sistemática virtual (cyberbullying), divulgação não consentida de imagens íntimas, pornografia infantojuvenil, aliciamento de crianças e adolescentes em ambientes digitais, discursos de ódio, violência psicológica contra a mulher em meios eletrônicos e manipulação de conteúdo por inteligência artificial (deepfakes). Responsabilidade penal em plataformas digitais, inteligência artificial, algoritmos, computação em nuvem, blockchain, Internet das Coisas e desafios da jurisdição penal na sociedade digital. Tendências da política criminal voltadas à prevenção e repressão da criminalidade tecnológica.
Estudo do sistema recursal penal e dos instrumentos de impugnação das decisões judiciais sob o prisma constitucional, dos direitos fundamentais, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e do Estado Democrático de Direito, compreendendo-os como mecanismos de controle da atividade jurisdicional e de proteção das garantias processuais. Análise dos princípios constitucionais que regem a impugnação das decisões penais, especialmente o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa, o juiz natural, a motivação das decisões judiciais, a duração razoável do processo, a presunção de inocência, o duplo grau de jurisdição e o controle de convencionalidade. Teoria geral dos recursos penais: pressupostos de admissibilidade, legitimidade, interesse, efeitos, fungibilidade, preclusão, dialeticidade e proibição da reformatio in pejus. Estudo dos recursos previstos no Código de Processo Penal e na legislação especial, bem como dos recursos extraordinário e especial em matéria penal. Ações autônomas e instrumentos constitucionais de impugnação, incluindo habeas corpus, mandado de segurança, revisão criminal, reclamação constitucional e demais mecanismos de tutela da liberdade e de controle das decisões judiciais. Uniformização da jurisprudência, precedentes obrigatórios, repercussão geral, recursos repetitivos e sua influência sobre o processo penal. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com enfoque na efetividade da tutela jurisdicional, na proteção das liberdades públicas e na estabilidade, integridade e coerência da jurisprudência penal.
Estudo da tutela penal das instituições públicas e da ordem democrática sob a ótica constitucional e dos direitos fundamentais, compreendendo a proteção penal da Administração Pública e do regime democrático como instrumentos de preservação da legalidade, da probidade administrativa, da moralidade pública, da separação dos Poderes e da soberania popular. Evolução histórica da tutela penal da Administração Pública e dos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Bem jurídico tutelado e limites constitucionais da intervenção penal. Análise dogmática, constitucional e jurisprudencial dos crimes praticados por agentes públicos contra a Administração Pública e dos delitos cometidos por particulares em detrimento da função pública, incluindo corrupção, peculato, concussão, prevaricação, advocacia administrativa, fraude em licitações e contratos administrativos e demais infrações contra a administração pública. Estudo dos crimes contra o Estado Democrático de Direito, abrangendo atentados à soberania nacional, ao livre exercício dos Poderes constitucionais, ao Estado de Direito, ao processo democrático, às instituições republicanas e à normalidade constitucional. Violência política, desinformação, ataques às instituições democráticas e proteção penal do processo eleitoral. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com destaque para os julgamentos relacionados aos eventos de 8 de janeiro de 2023.
Estudo avançado da execução penal como etapa de concretização da jurisdição criminal, compreendida sob o paradigma da Constituição Federal, dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito, com enfoque na efetividade dos direitos e garantias fundamentais da pessoa privada de liberdade, na individualização executória da pena e na reintegração social do condenado. Fundamentos constitucionais e convencionais da execução penal. Conceito, natureza jurídica, princípios e controle jurisdicional da execução. Direitos, deveres e garantias das pessoas privadas de liberdade, assistência integral ao preso e ao egresso e mecanismos de proteção da dignidade humana. Trabalho, educação, remição da pena e políticas de reinserção social. Detração, unificação de penas e individualização executória. Regimes de cumprimento de pena, progressão e regressão, incidentes da execução, autorizações de saída, livramento condicional, monitoração eletrônica e demais mecanismos de flexibilização da execução penal. Execução das penas restritivas de direitos, pena de multa e medidas de segurança. Sistema penitenciário brasileiro, políticas públicas penitenciárias, superlotação carcerária, estado de coisas inconstitucional, controle de convencionalidade e proteção internacional dos direitos das pessoas privadas de liberdade. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre execução penal, direitos fundamentais e limites constitucionais do poder sancionatório.
Estudo da criminalidade organizada sob a perspectiva do Direito Penal, do Processo Penal, da investigação criminal e da política criminal, compreendendo sua repressão em conformidade com a Constituição Federal e com os direitos fundamentais. Evolução histórica da criminalidade organizada nacional e transnacional. Conceito, natureza jurídica, estrutura, características e modelos de organizações criminosas. Análise crítica da Lei nº 12.850/2013, da legislação relativa às facções criminosas (Lei n. 15.358/2026), da Convenção de Palermo e de sua influência sobre o ordenamento jurídico brasileiro. Distinção entre organização criminosa, associação criminosa, milícia privada, organização terrorista e demais formas de criminalidade estruturada. Técnicas especiais de investigação e meios de obtenção da prova, incluindo colaboração premiada, ação controlada, infiltração de agentes, infiltração virtual, captação ambiental, cooperação jurídica nacional e internacional, inteligência policial e investigação patrimonial. Persecução penal da criminalidade organizada, lavagem de dinheiro, recuperação de ativos, cooperação internacional e enfrentamento das organizações criminosas transnacionais. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos. Política criminal contemporânea voltada ao enfrentamento da criminalidade organizada.
Estudo da tutela penal da violência doméstica, familiar e de gênero sob a perspectiva constitucional, compreendendo a proteção da dignidade da pessoa humana, da igualdade material e da não discriminação como fundamentos da atuação estatal na prevenção, repressão e enfrentamento das diversas formas de violência. Evolução histórica da proteção jurídica das mulheres e dos grupos vulnerabilizados. Fundamentos constitucionais e convencionais da tutela penal, com análise da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), da Convenção de Belém do Pará e de outros instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos. Lei Maria da Penha: princípios, medidas protetivas de urgência, competência, atuação integrada da polícia, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do Poder Judiciário e da rede de proteção. Produção da prova, protocolos de investigação, avaliação do risco, prisão preventiva e demais medidas cautelares. Atendimento multidisciplinar, reparação integral dos danos e proteção da vítima. Estudo dos principais delitos relacionados, incluindo feminicídio, vicaricídio, lesão corporal, ameaça, perseguição, violência psicológica, violência patrimonial, violência moral, violência sexual, descumprimento de medidas protetivas de urgência, divulgação não consentida de imagens íntimas, violência digital e demais formas de violência baseadas em gênero. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com enfoque na efetividade da tutela penal, na proteção das vítimas e nas garantias processuais.
Estudo do Direito Penal Econômico e da criminalidade econômica a partir da função garantidora da Constituição Federal, compreendendo a tutela penal da atividade econômica como instrumento de proteção da livre concorrência, da ordem financeira, da arrecadação tributária, da confiança nos mercados e da integridade das relações empresariais. Evolução histórica, fundamentos, princípios e limites do Direito Penal Econômico. Bem jurídico protegido, intervenção mínima, expansão do Direito Penal Econômico e suas relações com o Direito Administrativo Sancionador e o Direito Regulatório. Análise dogmática e jurisprudencial dos crimes contra a ordem econômica, o sistema financeiro nacional, o mercado de capitais, o mercado de valores mobiliários, a ordem tributária, a ordem previdenciária e as relações de consumo. Criminalidade empresarial, responsabilidade penal nas estruturas organizacionais, autoria e participação em organizações empresariais complexas. Lavagem de dinheiro, ocultação de ativos, recuperação de ativos, cooperação jurídica internacional e combate à corrupção econômica. Compliance criminal, programas de integridade, investigação corporativa, acordos de leniência e responsabilidade penal da pessoa jurídica nos limites previstos pelo ordenamento jurídico brasileiro. Novas formas de criminalidade econômica, incluindo fraudes financeiras digitais, ativos virtuais, criptoativos, inteligência artificial aplicada ao mercado financeiro e desafios regulatórios contemporâneos.
Análise crítica da justiça penal negociada no Estado Democrático de Direito, verificando os limites do poder punitivo estatal e a legitimidade dos mecanismos consensuais de persecução penal, à luz dos direitos e garantias fundamentais. Evolução histórica da consensualidade no processo penal e fundamentos de política criminal da justiça negociada. Direito comparado. Evolução legislativa brasileira: transação penal, suspensão condicional do processo, colaboração premiada e acordo de não persecução penal. Natureza jurídica, requisitos, efeitos, controle judicial e descumprimento dos acordos. Papel do Ministério Público, da Defesa e do Poder Judiciário na formação e fiscalização dos acordos. Justiça restaurativa: Resolução nº 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça, implantação, práticas restaurativas e casos concretos. Justiça negociada, eficiência processual, seletividade penal e princípio da igualdade. Limites constitucionais à negociação, riscos de coerção estatal, proteção ao devido processo legal, ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.
Estudo da tutela penal das práticas de segregação, discriminação e violência motivadas por preconceito, compreendendo a igualdade, a dignidade da pessoa humana, a não discriminação e o pluralismo como fundamentos constitucionais da proteção penal no Estado Democrático de Direito. Evolução histórica da criminalização das condutas discriminatórias, fundamentos constitucionais e convencionais da tutela penal da igualdade e limites da intervenção penal. Análise dogmática dos crimes de racismo, injúria racial e demais infrações motivadas por preconceito. Discurso de ódio, liberdade de expressão e proteção da democracia constitucional. Estudo das diversas formas de discriminação, incluindo racismo estrutural e institucional, discriminação direta e indireta, discriminação algorítmica, xenofobia, antissemitismo, islamofobia, intolerância religiosa, discriminação étnica, etária, capacitista, de gênero, por orientação sexual, identidade de gênero e outras formas de segregação social. Necessidade de sistematização legal. Criminalidade segregatória em ambientes digitais, plataformas eletrônicas, redes sociais e sistemas de inteligência artificial. A questão do racismo reverso. Análise crítica da jurisprudência do STF, do STJ e tribunais internacionais, com enfoque na proteção dos direitos fundamentais, na efetividade da igualdade material e nos desafios contemporâneos da política criminal voltada ao enfrentamento da discriminação.
Estudo da política criminal sobre drogas ilícitas sob a perspectiva do Estado Democrático de Direito, analisando criticamente os fundamentos, os limites e a legitimidade da intervenção penal em matéria de drogas. Evolução histórica das políticas proibicionistas e dos modelos contemporâneos de enfrentamento da criminalidade relacionada às drogas. Fundamentos constitucionais e convencionais da tutela penal das drogas ilícitas. Análise dogmática, criminológica e processual da Lei nº 11.343/2006, abrangendo seus princípios, bens jurídicos tutelados, crimes em espécie, medidas cautelares, técnicas especiais de investigação e aspectos processuais. Distinção entre usuário, dependente, traficante e organizações criminosas. Política criminal, seletividade penal, encarceramento, criminalidade organizada e mercados ilícitos. Modelos internacionais de controle de drogas, incluindo proibicionismo, redução de danos, descriminalização, despenalização, legalização regulada e políticas de saúde pública. Convenções internacionais sobre drogas e sua influência no ordenamento jurídico brasileiro. Julgamentos do STF e do STJ, com especial enfoque na descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal, nos critérios de diferenciação entre usuário e traficante e nas garantias fundamentais aplicáveis à persecução penal. Análise crítica das tendências contemporâneas da política criminal sobre drogas, considerando seus impactos sobre a segurança pública, os direitos humanos, a saúde coletiva e o sistema de justiça criminal.
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Perguntas frequentes
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Após a confirmação do pagamento, a liberação da plataforma virtual de estudos ocorrerá em até 72 horas para pagamentos realizados por boleto e em até 24 horas para pagamentos efetuados via Pix ou cartão de crédito. A primeira turma terá início em NOVEMBRO de 2026. Enquanto isso, você já poderá acessar a aula inaugural de boas-vindas, conduzida pelos coordenadores e pelo reitor da instituição.
Os cursos são organizados em 18 módulos sequenciais totalmente online, com um novo módulo liberado mensalmente. Cada módulo é conduzido por um docente da PUC-SP combinando aulas teóricas e exposições sobre prática jurídica, aulas discutidas e debates jurídicos, tendo como elementos para aprofundamento a Enciclopédia Jurídica da PUC-SP, artigos, textos e o caderno de anotações do módulo. Em alguns módulos, conforme as características de cada assunto, pode haver a participação de dois ou mais docentes. Eventualmente, também ocorrem webinars (seminários online) periódicos facultativos que unem os diversos cursos de pós em direito, promovendo conexões entre professores, profissionais e alunos. A partir da metade do curso (fim do 1º período ou 9º módulo), o aluno inicia o desenvolvimento de uma peça ou artigo jurídico, construído ao longo da segunda metade da pós-graduação. Os módulos podem ser concluídos até o final do curso, permitindo maior autonomia na organização dos estudos. Ao longo da formação, o aluno também conta com tutoria para dúvidas e aprofundamento dos conteúdos.
Os cursos de pós-graduação têm duração de 18 meses e carga horária de 360 horas.
Ao concluir o curso, após a aprovação em todas as disciplinas e a validação da documentação, o aluno poderá solicitar o certificado diretamente pela plataforma. O Certificado de Conclusão, devidamente registrado no MEC e emitido em nome da PUC-SP, será enviado para o e-mail cadastrado.
Caso você precise interromper sua matrícula, poderá solicitar o cancelamento no prazo de até 7 dias, conforme previsto legalmente, contados a partir da disponibilização do acesso e da aula inaugural do curso. Dentro desse período, o valor pago será reembolsado integralmente. Se o cancelamento for solicitado após esse período e antes da liberação da primeira disciplina, será aplicada uma multa rescisória correspondente a 20% do valor total do curso. Após a liberação das disciplinas, o cancelamento ficará sujeito à cobrança proporcional ao conteúdo já disponibilizado, acrescida de multa rescisória de 20% sobre o saldo remanescente do valor total do curso.
